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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Traição Gostosa

Ola’, meu apelido é Willie, sou carioca, 37 anos, minha esposa tem 32 anos. Tive o desejo de contar esta história porque acho que outros maridos que já passaram por uma situação parecida podem se beneficiar, e aprender a encarar estes fatos de uma maneira diferente, até prazeirosa, come eu o fiz.

Eu e minha esposa, a quem chamarei de Ana (nome fictício), somos casados há mais de oito anos. Sempre considerei nosso casamento estável, feliz. Não temos filhos ainda, e curtimos muito a vida a dois. Eu a amo e ela me ama.

Há uns tres meses atrás porém, comecei a observar algo diferente no comportamento de Ana, derrepente, como do nada, ela passou a se vestir de uma maneira mais ousada, decidiu entrar em uma academia de ginástica, e tinha um brilho diferente nos olhos. Ana já possuia um corpo tipicamente carioca, um bumbum redondinho e arrebitado, seios pequenos e durinhos, e uma marca de biquini deliciosa. Por isso eu perguntava porque tanta malhação, se ela já era escultural. Sua resposta sempre era:

-Tenho que estar sempre em forma pra você, meu amor.

Embora Ana estivesse mudando em seu comportamento, continuava a me tratar com todo o amor e carinho de sempre. Nos conhecemos bem jovens, e eu fui o primeiro e único homen da vida dela, pelo menos até aquele momento.

Um dia, minhas suspeitas começaram, quando estávamos em um super mercado perto de casa. Enquanto eu estava em um lado, buscando alguns mantimentos, observei Ana falando discretamente com um rapaz que estava enchendo uma prateleira de enlatados, pela expressão dos dois, notei um tipo de cumplicidade. Quando perguntei o que ela estava conversando, ela se esquivou e disse que estava perguntando qual produto era melhor.

Aceitei aquela desculpa, mas fiquei um pouco enciumado. O rapaz devia ter no máximo uns 23 anos, era alto, moreno, e pela camiseta dava para ver seu corpo musculoso. Um cara saradão, como dizemos no Rio.

Alguns dias se passaram depois daquele incidente, e então, o fato que vou narrar me deixou com plena certeza de que eu estava sendo chifrado. Certa manhã, ao me arrumar no banheiro, deixei minha aliança cair na cesta de lixo, ao lado da pia. Ao enfiar minha mão entre o papel, notei algo estranho, e para minha grande surpresa, puxei uma camisinha usada e cheia de esperma!

Como Ana usa anticoncepcionais, eu nunca usava proteção, o que deixou óbvil que outro homen esteve alí e usou aquela camisinha. Naquela hora um gelo e uma fúria tremenda subiram pelo meu corpo, mas me acalmei e resolví usar outra estratégia. Minha idéia era flagrar minha esposa com o seu amante, e dar uma surra nos dois.

Na mesma semana, inventei uma pequena viagem de negócios em outro estado. Meu trabalho de consultoria sempre me exigia estas viagens de um a tres dias. Eu disse a ela que voltaria no outro dia de manhã. Como estava acontecendo ultimamente, sentí um brilho nos olhos de Ana ao saber que eu ia viajar.

No dia da “viagem”, saí cedo, e pedí emprestado o carro de um amigo, que tinha vidros escuros. Estacionei quase em frente ao meu prédio e fiquei de prontidão, ainda sem acreditar no que estava acontecendo, e pedindo a Deus que eu não descobrisse mais nada, que aquela camisinha tivesse representado só uma queda de minha esposa, um fato isolado.

Bem, depois de umas três horas esperando, lá pelas onze da manhã, vejo alguém se aproximar da porta de nosso prédio, e para a minha surpresa, era o garanhão do supermercado. Ele tocou o interfone, olhando desconfiado para os lados, a porta se abriu e ele entrou apressado.

Fiquei alí no carro me perguntando se valeria a pena subir e arriscar cometer um crime, mas uma mistura de raiva e excitação me fez decidir encarar aquele evento.

Entrei no prédio e cheguei ao nosso andar, puz o ouvido na porta e não podia perceber nada. Então decidí abrir a porta bem devagar, sem fazer barulho. Nosso apartamento é bem amplo, e um corredor grande separa a sala principal de nossa suíte, o que me deu a chance de entrar sem ser percebido.

Caminhei na ponta dos pés, e ao chegar ao meio do corredor, já pude ouvir uns gemidos que nunca tinha ouvido antes vindo de minha esposa...meu sangue gelou novamente, e, ao olhar pela fresta da porta do quarto, que tinha ficado só um poquinho aberta, ví a cena mais impactante da minha vida até aquele momento.

Aquele rapaz musculoso, uns dez anos mais jovem que Ana, estava de pé, apoiando minha esposa com as mãos embaixo das pernas dela, ela tinha seus braços ao redor do pescoço dele. Estavam fazendo um papai-e-mamãe na posição em pé, ele a aopiando e as costas dela encostadas na parede.

O corpo dele parecia dançar numa coreografia de vai e vem, dando estocadas rápidas na buceta quase virgem de Ana, o que a fazia gemer, urrar e pedir para que ele movesse mais rápido. Ela falou coisas que nunca falou pra mim na cama:

-Vai meu macho, come essa bucetinha, vai, come sua putinha, me faz delirar.

Admito que fiquei paralizado, e várias coisas passaram pela minha mente em segundos. Pensei em chutar a porta e esfaquear o safado, mas achei que não valia ir pra cadeia por causa de uma vagabunda. Então, derrepente, aquela cena estava tão quente e excitante, que meu pau começou a endureçer. Neste momento descobrí que deveria ser voyeur.

Deixei a coisa rolar pra ver aonde ia, alisando meu pau e observando os dois naquele ato de paixão. Por sorte, a luz do corredor estava apagada, o que faria impossível que eles me percebessem através da pequena abertura da porta, e pra dizer a verdade, os dois pareciam tão alucinados que não ouviriam uma bomba explodindo no mesmo quarto.

Notei que o rapaz era bem potente, pois ficou alí, metendo e tirando o pau da boceta de minha mulher por vários minutos. E era difícil mesmo pra mim conseguir segurar um gozo por tanto tempo com uma mulher como a Ana. Isso a fez delirar de prazer e seus olhos estavam virados, como se ela estivesse em um transe místico sentindo aquela vara rasgar suas entranhas. Até que pelo que eu percebí, ela teve um orgasmo múltiplo. O corpo dela tremia todo, e ela urrava como uma gata no cio. Aproveitando o momento, o rapaz aumentou a velocidade do movimento, o que a fez quase desmaiar.

Vendo que tinha saciado a sede de gozo de Ana, o rapaz a pôz no chão, mandou ela ajoelhar e enfiou aquele caralho grande, grosso e úmido na boca semi-virgem de minha mulher.

Ela não podia engolir nem um terço daquele pau grande, mas chupava com uma vontade danada, enquanto ele dizia: -Chupa sua puta, engole essa vara, é toda sua piranha....

Aquilo estava me deixando louco, tanto que por um momento tive vontade de entrar e ajudar aquele estranho a comer minha Ana, mas não, queria ver até onde eles iriam.

Ana chupou deliciosamente aquele caralho por alguns minutos, até que, indicando que iria gozar, o rapaz segurou-a pelos cabelos e deu um urro bestial, notei que Ana engoliu até a última gota de porra, e depois lambeu os beiços.

Quando pensei que já tinham terminado e estava pronto para sair de mansinho, para minha surpresa, e de Ana, eu creio, ele a pôz de quatro em cima da cama, na posição de cachorrinho, e enfiou a vara ainda em recuperação na buceta de minha esposa. Era outra cena alucinante, ele em pé na beirada da cama, e ela como uma cadelinha, gemendo com cada estocada daquela vara desconhecida.

Novamente, ele passou muitos minutos naquele vai e vem rápido, segurando a cinturinha fina de minha esposa puta, e ela deve ter gozado pelo menos umas três vezes, até que ele tirou o caralho ardente e derramou o que lhe sobrava de porra nas nádegas de Ana.

Depois os dois deitaram lado a lado em minha cama, e o rapaz disse que teria que partir rápido. Isso me fez decidir sair daquele local devagarinho, sem fazer nenhum barulho.

Voltei para o carro, e ainda trêmulo dirigí até o meu escritório. Sinceramente, não sei como cheguei, pois aquelas cenas super excitantes não saíam de minha mente. Tive que ir ao banheiro do escritório e bater uma boa punheta para aliviar meu tesão misturado com raiva.

Liguei para Ana alguns minutos depois, e ela surpresa perguntou porquê que eu não estava no avião. Disse que a viagem havia sido cancelada, e que estaria em casa em menos de meia hora. Ela pareceu surpresa e desligou o telefone rápido, possivelmente para se recompor e eliminar as pistas da putaria da qual havia participado.

Quando cheguei em casa, notei que ela estava um pouco sem graça, meia nervosa, e eu disse: -O que foi, meu amor? Viu o bicho papão? E Ana disfarçadamente disse que só estava um pouco indisposta. Mas eu não perdoei, falei que queria transar, e ela, quem sabe para despistar, aceitou, meia sem vontade.

Imagino que a bucetinha dela ainda estava ardendo de tanto pau que levou. Fomos para a cama, e eu a pûz de quatro, na mesma posição que o amante havia escolhido antes. Metí meu pau e pude sentir que ela ainda estava molhadinha, e quente.

Talvez esta foi a foda mais gostosa que tivemos, porque quando a estava comendo, me imaginei sendo aquele rapaz dando uma escapadinha e fudendo aquela buceta no cio. Gozamos juntos uma três vezes aquela tarde.

Depois deste acontecimento, decidí não deixá-la saber que a tinha flagrado me traindo, pois ela continuou sendo uma esposa maravilhosa, e eu não quiz perder a oportunidade de assistir outras sessões de sacanagem dela e do amante mais jovem.

Inventei muitas outras viagens, e os ví transando várias outras vezes, mas isso fica pra outra vez, pois já estou com tesão e vou voltar pra casa para comer a Ana, isso é, se o amante não estiver lá.

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