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domingo, 16 de setembro de 2012

Acontecimento totalmente inesperado

Acontecimento totalmente inesperado
Sempre gostei de contos eróticos, desde os velhos tempos da revista Ele&Ela. Animam e apimentam minha relação. Sou um homem normal, coroa, branco, nada de galã, mas também muito longe de ser desprezível. Tenho um pouco de charme, mas isso nunca me levou a grandes aventuras. Por isso, sempre matutei se tudo que lemos aqui será mesmo verídico, pois comigo, nunca tinha acontecido nada de tão surpreendente como o que vou narrar. Moro na capital catarinense, tenho um relacionamento sério, mas não sou absolutamente fiel. Os nomes são fictícios. Um belo dia, minha faxineira me deixa na mão. Moro sozinho (eu e meu relacionamento, cada um na sua casa) e dependo demais desse serviço. Mas precisava de alguém de muita confiança, pois não posso estar sempre em casa. Consultei minha lavadeira pra ver se ela conhecia alguém. Ela então me falou que tinha uma tia, casada, cujo marido aprontou no emprego e estavam em situação complicada e precisava qualquer trabalho e remuneração. Minha lavadeira fez os contatos e ela me ligou. Eu estava feliz por ter arrumado e certamente seria uma senhora que me serviria. Combinado que eu iria busca-la em casa na primeira vez e depois ela iria por conta própria já que moramos relativamente perto. Dia combinado lá estava eu na frente da casa chamando “dona Rosilda”. De longe me aparece a filha. Caramba, quase tive um troço. Uma garota espetacular. De cara fiquei pasmo com a beleza da menina. Chegou perto de mim, perguntei pela mãe e ela começou a rir meio sem graça e dizendo, a Rosilda sou eu. Gelei. Não pode ser. Como uma menina assim podia ser tia da minha lavadeira que já é uma senhora de certa idade. Meio sem graça, me apresentei: “sou o Tony. Vim te pegar pra faxina”. Ela falou: “certo, vou pegar minhas coisas e já volto rapidinho”. Entrou em casa e voltou com uma pequena sacola e a bolsa. Entramos no carro e rumamos pra minha casa. Claro que perguntei como tão nova podia ser tia. Ela me disse que é um temporão. E fomos nos apresentando. Ela falava muito bem, como se tivesse instrução. Ao notar isso comentei e ela respondeu. Bem, eu estudei até o segundo ano da faculdade de letras, mas acabei decidindo me casar e meu marido exigiu que ficasse em casa e tive de abandonar estudo e um emprego de secretária numa construtora. Nisso demonstrou uma profunda tristeza. Disse que se quisesse poderia desabafar, pois parecia que precisava. Um pouco chorosa comentou que o marido se meteu com drogas e perdeu um excelente emprego que os sustentava e tinha uma vida até boa. E agora enquanto procurava emprego que estava difícil, faria qualquer coisa já que o marido estava só fazendo bico quando conseguia. Chegamos em casa, mostrei tudo e expliquei como eram as coisas e deixei-a no seu trabalho dizendo que qualquer coisa que precisasse me procurasse e fui cuidar das minhas coisas pra não pensar em besteira porque eu já estava ficando alucinado pela menina de 26 anos, que mais parecia ter só uns 20. Uma ninfeta espetacular. Tive de me esforçar e me afastar pra não pensar em cometer nenhuma besteira. Às 10 horas, como sempre fiz com antiga, perguntei se ela queria comer alguma coisa (estava na faxina desde as sete da manhã) e disse que poderia fazer uma vitamina. Ela disse que tudo bem. Como sempre, preparei, dispus na mesa e a chamei. Tratei-a muito bem como sempre fiz. Ela admirou-se e comentou: “casada a 4 anos, desde o começo nunca fui bem tratada muito pelo meu marido”. Não fiquei muito com ela, pois queria evitar qualquer coisa. Ela tinha se trocado e colocado um shortinho curto, uma camiseta que amarrou na cintura. Era mesmo um pedaço de mau caminho. Pele bronzeada, cabelos loiros natural passando um pouco dos ombros, um corpo espetacular, cinturinha fina, toda certinha e com uma bundinha pra lá de gostosa. Ao meio dia fui comprar almoço e igual à sempre, coloquei a mesa pra comermos juntos. Ela achou isso muito legal e comentou novamente, gostando muito de ser tão bem tratada. Terminando de comer, estava triste e chorava um pouco, e me agradecia o tempo todo por tudo. Disse que tudo bem que sempre fui assim e caí fora, pois já estava a ponto de fazer uma besteira. Lá pelas 4 da tarde me chamou que estava tudo pronto, paguei-a, ofereci carona, mas ela recusou e queria ir a pé. Voltaria em 15 dias. E quando voltou, abri a porta e ela estava aos prantos. Confusão em casa com o marido. Dei-lhe um copo d’água e disse pra descansar e se recuperar e se não quisesse ficar tudo bem. Ela respondeu que queria mais era ficar pra não voltar tão cedo pra casa. E começou a faxina. Depois do almoço ela me abraçou agradecida e sem nenhuma má intenção. Eu que desta vez não resisti e agarrado-a não pude evitar uma ereção. Ela notou e afastou-se bruscamente não gostou. Me desculpei elogiando-a e falando que ela era um mulher espetacular e não haveria homem nenhum na face da terra que iria resisti-la. Com cara emburrada disse que iria continuar o trabalho dela. Fiquei desanimado, pois como todo homem vagabundo, apesar do respeito, não posso negar uma esperança de conseguir come-la um dia. Me desculpei novamente e disse que não aconteceria mais e que ela não estranhasse, mas pra não correr mais risco, ficaria o mínimo tempo possível com ela. Saí de casa e ela, terminado o trabalho se foi. Deixei o dinheiro e só voltei depois. 15 dias depois, ei-la novamente. Determinei alguma coisa e falei que estava de saída e traria o almoço dela e já tinha deixado o lanche dela pronto. Quando estava saindo ela me chamou e me abraçou dizendo que se eu quisesse não precisa sair e estava tudo bem. Não deu outra, excitei e endureceu e desta vez ela não saiu. Estranhei mas acariciei as costas e ela foi se aconchegando mais. Sentiu a dureza do meu pau, a essa altura, já pulsando batendo naquelas coxas maravilhosas. Senti, é agora. Afaguei seus cabelos e comecei a beija-la na testa, rosto, até escorregar pra boca e ali, perto da porta, nos beijamos louca e longamente. Me arrepiei todinho. Ela é muito gostosa, uma ninfetaça espetacular e já começamos a sarrar. Ela estava muito cheirosa. Veio já pronta e não deu outra, agarrei-a num beijo e passar de mãos e a carreguei pro meu quarto ainda não arrumado. De pé fui tirando lentamente sua roupa e aquele corpão aparecendo e me deixando louco. Peitos médios durinhos e pontudos, corpinho bem cinturado, uma bunda deliciosa e só de olhar o dedo dela de aliança, mais louco eu ficava. Primeiro tratei-a com muito carinho ela peladinha, beijei-a ainda em pé todinha, lambendo seu corpo de cima a baixo. Ela arrepiava e vibrava gemendo. Mandei-a me despir de vagar e assim ela o fez. Quando tirou minha cueca meu pau saltou duro que nem pedra (tenho um pau normal, nada de bem dotado, acho que em torno de 15 a 16 cm) ela segurou forte com as mãos, acariciando e levei a cabeça dela pra perto e mandei: “chupa”. Ela não titubeou e caiu de boca no meu caralho duro mamando sedenta. Estava alucinado. “Agora você vai ser minha putinha. Você quer ser minha vagabunda?” Ela: “vou ser o que você quiser”. Então joguei-a pelada na cama, apreciando aquela maravilha e cai de boca, na boca, naqueles peitinhos deliciosos onde percebi que ela sentia muito tesão. Mamei a vontade e ela gemia. Desci a boca pela barriga, enfiando a língua no umbigo, lambi de lado a lado e fui me aproximando daquela bucetinha cheirosa – cheirava a perfume de recém lavada misturado com o cheiro do sexo que já exalava. Ela estava doidinha, mas mantive minha boca longe da rachinha, lambendo, beijando e sugando a virilha, as laterais dos grandes lábios, quase chegando lá, mas evitando. Estava deixando tão louca que ela gritava dizendo e pedindo: “me abocanha, não tô guentando de tesão”. Demorei o quando resisti, beijei e lambi coxas, pernas e pezinhos e ela se contorcendo, adorando até que cai de boca naquela buceta cheirosa, mamando o grelo e escorrendo com a língua pela racha e voltando pro grelo. Chupei como uma criança enlouquecida fazendo-a gemer e gritar. Chupei pra valer aquele bucetinha sentindo ela estremecendo até que começou a gozar na minha boca, escorrendo aquele mel delicioso, pegajoso meio doce, meio salgado de sabor maravilhoso. Enquanto gozava, urrava loucamente até que quase desmaiou. Deitei ao seu lado e esperei que descansasse. Logo ela começou a me acariciar o pau com suas mãozinha adorando. Correspondi com meus dedos na bucetinha. Até que ela me pediu louca de tesão: “me come, me fode, quero ser tua agora. Não aguento mais aquele homem que me trata tão mal, quero fazer dele um corno agora. Mete meu patrãozinho gostoso mete na minha bucetinha”. Dei mais uma deliciosa chupada naquela buceta alucinando mais e dizendo “vou te comer minha vagabundinha, vamos trair esse bosta do teu marido corno”. Pincelei meu caralho muito duro na racha, escorregando com ele desde o grelo até o cuzinho pra cima e pra baixo e ela implorando: “me fode patrãozinho mete na tua vagabunda”. Comecei a penetra-la enterrando aos pouco, tomando posse daquele buraco e chamando-a de tudo, vagabunda, puta que corneia o maridão e ela gostando e pedindo mais. Enquanto metia chupava os peitinhos e ela alucinava mais ainda. “isso meu homem, me fode, come tua puta”. Mandei que ela me chamasse de seu amante e ela gemia gritando meu nome dizendo “me fode S. Tony, meu amante, come tua puta, quero me entregar todinha pra você”. Enterrei fundo meu caralho e bombava ora com força ora mais suave deixando-a louca. “Aquele corno nunca me comeu assim gostoso. Vai me fode toda quero ser sua puta”. Respondi, “você já é minha puta, sua vadia, vagabunda corneando o maridão com o patrão. Rebola vadia”. Estava comendo-a no papai-mamãe. Deitei de pau pra cima e mandei ela me cavalgar. Ela sentou na minha vara empinada e caiu com tudo, engolindo meu pau com sua buceta e rebolava alucinada verdadeiramente me comendo. “Agora minha cadela fica de 4, vou te comer como cadelinha puta”. Ela ficou assim arrebitando a bunda e pediu, “me pega, monta na tua cadelinha”. Montei e mandei ver, bombando caralho na buceta e batendo com minha pélvis na bunda linda dela. Dava tapas nas nádegas e ela gostava mais ainda. Mandei ela me chupar o caralho com gosto de mistura da buceta dela e do meu tesão. Ela caiu de boca mamando como uma terneira faminta. Enfiei meu pau até o fundo na garganta engasgando-se. Depois deitei-a de lado e mandei ver agarrado nos peitinhos durinhos. Ela já tinha gozado mais uma vez e de repente estremeceu novamente gozou a terceira vez, arriando um pouco. Perguntei como gozava tanto antes de mim que não sou de guentar muito. Ela disse que estava num atrazo de mais de um mês. De ladinho com ela, meu pau no meio das coxas, fui mexendo com as mãos, já maliciosamente ajeitando na intenção de pegar o cuzinho dela. Enquanto só alisava a cabeçorra no anelzinho tava tudo bem, mas quando tentei penetrar na bunda, ela recuou e disse aí não. Nunca fiz e sei que dói. E já foi ameaçando sair da cama. Segurei-a forte pelo braço. “Calma putinha. Você é minha vagabunda pra me servir e não vou fazer nada pra te machucar. Só estava esfregando meu pau na portinha do teu cuzinho pra ver tua reação. Agora que já sei do teu cú virgem, vai ser de outra forma”. E chamei-a prum banho. Nos lavamos e pedi pra ela me deixar lavar bem o cuzinho dela. Meu pau estava uma estaca. Milagrosamente eu ainda não havia gozado. Até sou de guentar um pouco mas não tanto assim. Ela permitiu e enquanto eu lavava, dizia “além de minha faxineira você agora é minha escrava do sexo e vai me servir do jeito que eu quiser, mas jamais vou machucá-la, portanto, fique calma e só pense em me servir”. “Combinado, disse ela”. Lavei bem o cuzinho dela por fora com bastante sabonete e com o mindinho, fui começando a limpar por dentro, bem de vagar. Aos poucos ela foi gostando. Troquei de dedo por um mais grosso ela gostando. E assim fui explicando como seria. Bem lavadinha nos secamos e voltamos pra cama. Peguei um óleo e comecei a brincar com o cuzinho dela e ela gostando e dizendo que sentia tesão. Ficamos nisso um bom tempo, quando ela se deu conta, já tinha 2 dedos no rabinho. “Já tá sentindo tesão no cuzinho putinha?” Ela: “sim, tá gostoso, mais ainda tenho medo”. Continuei mais e mais ela se divertindo, rindo e gemendo, gostando. Metia ora um dedo, ora 2 até que cheguei a três. De vagar seu cuzinho foi se acostumando e ficando larguinho na entradinha. Meu pau bem untado com o óleo e o cuzinho dela também, fui trocando os dedos pelo cacete e brincando na entradinha alargadinha, enterrando aos poucos. A essa altura, estava a ponto de explodir, com certeza, não conseguiria conter o gozo até meter tudo na bunda dela. Perguntei se tomava pílula ela disse que sim. Então falei: “não to guentando, vou gozar na tua buceta, na buceta do teu marido, gozar no buraco que era do esposinho corno e agora era meu, do teu amante”. Ela “disse goza seu vagabundo, goza na buceta da tua amante, me come to louca de tesão”. Meti o caralho na buceta e 2 dedos no cú e mandei ver. Não demorou muito eu estava gozando na vadia gostosinha da minha ninfeta e fiquei bombando mais um pouco até amolecer todo, com os dedos no cuzinho e consegui faze-la gozar novamente. Arriamos os dois e ficamos agarradinhos descansando. Logo em seguida mandei ela limpar meu pau de boca. Ela aprovou e se deliciou mamando meu pau a meio pau. Já era quase meio dia. Fechei as cortinas da casa e mandei ela fazer a faxina pelada e eu junto ajudando pra ela dar conta. Claro que não deixei-a fazer tudo dessa vez e nem almoçamos, apenas um lanche. No meio da tarde, mais um bom banho e no banho olhei nos olhos dela e falei: “vadia agora vamos descabaçar esse cú.” Ela: “vamos meu patrãozinho, tenho que te obedecer”. Voltamos pra cama, untei-a todinha com óleo. Aquele corpaço de ninfeta casadinha gostosa todo brilhando me deixou maluco e de pau muito duro. Comecei a massagem no cuzinho com os dedos, até chegar a hora de trocar e encaçapei a cabeçorra na bundinha dela e de vagar, fui metendo, alargando aquele anel, sempre com muito carinho, parando quando ela pedia, até que finalmente, de ladinho meu caralho estava todo entalado dentro da bunda daquela maravilha. Foi uma foda anal espetacular. Comi o cú da princesa de quatro, de frango assado (essa posição é um espetáculo, da pra ver a buceta se arreganhando nas bombadas e ver todo meu pau sendo engolido pelo rabo da puta), me cavalgou com o cacete atolado na bunda. Nessa putaria toda, ela gozou duas vezes. Até que exaustos, gozei comendo o cuzinho da minha putinha. Um bom banho e levei-a até perto da sua casa. Perguntei se doía na bunda. Ela disse que apenas um desconforto, mas tava muito bom se sentia realizada e um gostoso e sonoro “quero mais”. A comi assim de faxineira servindo o patrãozinho por mais seis meses. Depois arrumei um bom emprego pra ela mas ainda nos encontramos de vez enquando. Ela continua casadinha, família simples, prefere manter as aparências, mas não quer me largar, pois a trato muito bem.
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